Prefeitura anuncia programação de Réveillon e Verão nas praias de Linhares com mais de 80 atrações musicais
O Dia do Produtor Rural deste ano será marcado por mudanças significativas. Usando máscaras de proteção e seguindo as orientações dos órgãos de saúde, os homens e mulheres do campo adaptaram suas formas de produzir, comercializar, interagir, administrar, conviver e sobreviver neste novo mundo que surgiu repentinamente.
Os relatos de adaptação à nova realidade são numerosos em todo o Estado. Aqui estão dois depoimentos de produtores.
“A pandemia do coronavírus impactou todos os setores do país, e o agronegócio não foi uma exceção. Enfrentamos problemas com transporte e logística, além de um aumento significativo nos custos de produção. Na maioria dos casos, o preço dos produtos não acompanhou o aumento dos insumos, o que nos obrigou a nos adaptar para continuar produzindo. Tentamos reduzir os custos com mão de obra, mas no Espírito Santo, a mecanização não é tão utilizada. Acredito que haverá um antes e um depois dessa pandemia, mas, diante de toda a situação, o agronegócio é um setor que não pode e não vai parar, pois estamos lidando com alimentos, uma necessidade fundamental do ser humano.”
“Há um ano, produzo cafés especiais do tipo conilon. Trabalho com uma quantidade pequena, o que facilita o cumprimento das medidas de distanciamento social. Devido à pandemia, as vendas do café em pó da safra passada caíram 20% nos meses de março e abril, e o preço dos insumos aumentou um pouco, já que o adubo acompanha a variação do dólar. Mesmo assim, conseguimos atender nossos clientes, principalmente por meio do WhatsApp, Instagram e Facebook. Hoje, a venda online se tornou muito mais prática. Ainda não tenho uma conta comercial, mas pretendo fazer um levantamento dos meus clientes, montar uma lista de transmissão e aumentar as vendas do meu produto de qualidade.”
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